Campeonato de Tabuada

IMG-20170912-WA0008Quem disse que aprender tabuada é só decoreba? Este ano, no HWR, os alunos viveram uma experiência divertida que uniu tabuada e educação financeira. As professoras do 3º ao 5º ano criaram um campeonato: a cada acerto na tabuada o aluno ganhava uma moeda fictícia batizada de Recreal. Todo mundo ganhava, em algum momento, e os alunos foram juntando os seus Recreais. Agora, as professoras vão organizar um Mercado de Pulgas, onde cada aluno pode trazer um objeto usado para vender como gibis, livros, cards e CDs. A moeda deste mercado será o Recreal. Assim, as crianças estão exercitando sua relação com o dinheiro, fazendo contas e passando para frente aquilo que não usam mais. Uma forma estimulante de vencer esta etapa fundamental para o aprendizado da matemática.

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Shalom: unidos pela música.

shalomFoi numa aula de história do professor Alexandre do, Fundamental II, quando ele falava da guerra na Palestina, que surgiu a ideia de criar um grupo musical na escola, afinal, a música tem o poder de unir as pessoas. O nome escolhido traduziu o desejo do grupo para o mundo: Shalom, que significa “paz” em hebraico. No começo, o professor trazia o violão e eles cantavam durante o recreio, mas o grupo foi se organizando e evoluindo e, hoje, já são quase 20 integrantes. O HWR abraçou a iniciativa e o Shalom já é o grupo musical oficial para os eventos do colégio. Qualquer aluno do 6º ao 9º ano pode participar cantando ou tocando um instrumento, desde que se comprometa pra valer com os ensaios. Shalom a todos!

Família Também Ensina

familiaEste ano, dentro do projeto “A Família Também Ensina”, foi a vez das turmas do Infantil IV e do 1º ano do colégio HWR convidarem as avós a darem seu depoimento num encontro na escola. Antes da visita, os alunos do 1º ano construíram sua árvore genealógica e descobriram, até, que um coleguinha é parente distante do Marquês de Pombal, o poderoso político português do século XVII. No dia tão esperado, algumas avós trouxeram livros e cadernos do seu tempo de estudante. Foi um momento rico de trocar experiências: elas contando como a escola funcionava no seu tempo e eles explicando como é o seu dia dia no HWR. E, claro, não poderia faltar um lanche muito gostoso preparado especialmente para recebê-las. Quando a família se envolve, as crianças se sentem mais integradas e felizes no ambiente escolar.

Fazendo Arte

“A arte alimenta-se de ingenuidades, de imaginações infantis que ultrapassam os limites do conhecimento; é ai que se encontra o seu reino. Toda a ciência do Mundo não seria capaz de penetrá-lo”.
(Loinello Venturi)

arteproposta2Só quem desenha bem “faz arte”? Partindo deste questionamento a professora Patrícia Pigatty, do HWR, tem realizado um trabalho importante com as crianças da educação infantil, buscando o significado mais profundo da arte que é a expressão. Patrícia propôs à coordenadora Natália realizar uma atividade artística com foco não no desenho em si, mas na experiência sensorial das crianças. O projeto já está acontecendo nas turmas do infantil II e III. A ideia é desenhar com todo o corpo: correr, brincar, desenhar no ar, sem olhar, deitado, de pé e explorar o ambiente descobrindo texturas diferentes. A cada aula os alunos exploram uma forma e um material específicos numa vivência rica e divertida.

Projeto Horta

hortaA professora Lucia Helena da Educação Infantil do Colégio Henri Wallon Recrearte conta que o projeto surgiu com a curiosidade das crianças em relação ao plantio de pequenas mudas e sementes: como elas cresciam, se desenvolviam e quais os cuidados que deveriam ter para que tudo ocorresse como planejado. Em rodas de conversa fizeram alguns levantamentos de hipóteses e criaram listas, como esta…
“O que a horta precisa para as plantas crescerem fortes e bonitas?!”
 Muito sol;
 Minhocas para afofar a terra;
 Chuva e água dos nossos regadores quando não chover;
 Amor;
 Visitas e carinhos nas mudinhas;
 Deixar a horta bem colorida;
 Construir alguns enfeites com sucata para enfeitar;
 Ir até lá toda semana.
Depois as crianças montaram, com sucata, espantalhos para deixar a horta linda e protegida. Eles amaram! O envolvimento da turma foi maravilhoso e a preocupação com as sementes era diária. Desceram até a horta em muitos momentos para acariciar as mudinhas e sentir o cheiro da salsinha, manjericão, hortelã e cebolinha. E isso deve ter feito toda a diferença para que elas crescessem tanto em tão pouco tempo. Alguns temperos foram usados em culinárias e o resultado foi muito gratificante. Durante o projeto algumas histórias serviram de apoio, como por exemplo:
 “A horta do vovô manduca”;
 “Gigi e as sementes”;
 “As delícias da horta”
 “Dia de feira”;
 “Cesta de dona maricota”;
 “O grande rabanete”.
O projeto continuará com mais atividades para envolver as crianças nesse tema tão rico. O retorno das mães foi muito importante, elogiando o trabalho do integral. Elas gostaram de ver as crianças colocarem as mãozinhas na terra e acompanharem o crescimento das mudinhas e sementes, uma experiência tão rara hoje em dia.

Respeito às Diferenças

DIADIA2Alunos com necessidades fazem parte do cotidiano do HWR há muitos anos. No dia do F.I.C (Fórum de Iniciação Científica ) do Fundamental I, os alunos do 4º ano, divididos em grupos, realizaram oficinas para ensinar a técnica de montar petecas, para as demais turmas. Num dos momentos, em que um dos alunos/monitores, ia sentar-se para ensinar a técnica, um aluno especial sentou-se antes na mesma cadeira e o colega do 4º ano lhe disse: “pode ficar, o lugar é seu”, e realizou a demonstração em pé. Além disso, fez questão de ajudá-lo a montar sua peteca. A palavra inclusão não é só um conceito para os alunos do HWR: é vivência diária. Eles aprendem todos os dias a lidar com as diferenças, os limites e acolher ao outro.

Marcas

oriscoeofioNo segundo ano do Ensino Fundamental as crianças ganham um presente que vai acompanhá-las por toda a vida e que faz parte de sua personalidade: a letra cursiva. Para ajudar as mãozinhas a deslizarem pelo papel, criando as letras, as professoras Carla, Sueli e Tânia, dos 2ºs anos do HWR, trouxeram a inspiração através dos livros “O Ponto” do Peter Reynolds e “O Risco e o Fio” da Ana Clara Cozendey. A letra cursiva, embora polêmica, entre alguns educadores, continua sendo tratada no HWR, como uma verdadeira obra da criança. Então, foi um dia de grande emoção, para os alunos, quando eles convidaram seus pais para conhecerem as histórias dos livros e apresentaram sua própria letra exposta no mural da escola.