Eros, o guia das crianças nos mergulhos do mundo da arte.

Eros Soerosfotouza Secchi nasceu no município de São Caetano do Sul e mudou-se para São Paulo em 1981. Ele conta que fez diversos cursos na área de comunicação e chegou a ser vendedor e bancário. Mas o coração estava mesmo ligado ao universo da arte. Sua formação na área começou com o estudo de Desenho Artístico que o levaria ao curso superior de Educação Artística, com Habilitação em Artes Plásticas através do Instituto de Artes da UNESP. Chegou ao colégio Henri Wallon Recrearte como professor em 2002. Eros nos conta, com suas palavras, as experiências que o marcaram na escola e sua visão sobre a educação: “Guardo muitas lembranças boas no que se refere à minha relação com meu trabalho na escola e meu convívio com os alunos, mas, um momento que realmente marcou esta história, foi em 2005, quando tive a oportunidade de trabalhar a arte conceitual com direito a instalações e performances; foi um ano letivo muito gratificante. Há mais de quinze anos no HWR, procuro sempre ter um bom convívio com os demais colegas da equipe pedagógica, buscando ser solícito quanto ao trabalho e até mesmo nos momentos informais. Acredito na reciprocidade dos meus atos, inclusive quanto aos outros funcionários da escola que sempre me deram apoio em tudo, demonstrando coleguismo, respeito e solidariedade. Não faço distinções entre os meus colegas de equipe e aprendi a admirar o trabalho de cada um deles: polivalentes e especialistas. Sempre tive uma grande admiração e respeito pelo professor Edgard Morelli (judô e iniciação esportiva), pois a forma simples como trata a mediação durante as aulas demonstra que a força de vontade, o carinho no trato com os alunos e a paciência, diante dos desafios, são exemplos valiosos. Chegamos a desenvolver um trabalho de pesquisa juntos sobre interdisciplinaridade; considero-o, atualmente, mais que um colega de trabalho, um grande amigo. Com relação aos pais dos alunos, aprendi que a participação e o diálogo, assim como a transparência e a honestidade no trato, são as melhores políticas a serem demonstradas. Cabe ao professor tentar resolver dificuldades enfrentadas pelos alunos ou buscar compreendê-las para melhor apresentá-las aos pais e junto deles, encontrar novos caminhos. Por isso, é muito importante acompanhar a história de vida de cada aluno e estabelecer um diálogo franco e frequente com os pais. Hoje, tenho orgulho em dizer que fiz muitas amizades sinceras entre pais de alunos e ex-alunos durante minha vida no HWR. Acredito, sinceramente, que o papel do professor hoje, não se restringe apenas a ensinar, a dividir conhecimento. Creio que seu grande papel é educar o cidadão-aluno, mais até do que o artista-aluno, o desportista-aluno, o cientista-aluno; uma vez que somos formadores de opinião e a rotina na escola é a mais presente em suas vidas. Apresentar ao aluno um mundo real e, ao mesmo tempo, propiciar-lhe um espaço e dispositivos para sonhar, expressar suas ideias e simular situações pertinentes que a criança um dia poderá vivenciar, sem, naturalmente, privá-la do principal: seu tempo e direito de ser criança. Sem educação o indivíduo sobrevive, mas não vive de fato. Todas as formas de cultura – das ditas ‘primitivas’ às contemporâneas – são conhecimentos ou, pelo menos, são hoje conhecidas, devido a um processo educacional, transferido de pai para filho, de mestre para discípulo, de geração para geração. Educar é uma constante, o trabalho de um professor nunca termina realmente. Ele se estende a outras instâncias: universidade, mestrado, doutorado, família, comunidade, enfim… ao mundo. Educação, para mim, não tem fronteiras.”

Eros de Souza Secchi é  Professor de Arte do Fundamental I e de Projetos Interdisciplinares do Colégio Henri Wallon Recrearte.

 

Ficou no coração – Pais do 9º ano de 2016

formatura2016Publicamos hoje o discurso da Fernanda Silos Lemes proferido em nome de todos os pais dos formandos do Ensino Fundamental II em 2016. Em depoimentos como este reside a nossa garantia de que esta escola segue por caminhos que realmente valem a pena.

“Tenho certeza de que este ano foi desafiador para pais e estudantes: chegar ao fim de mais um ciclo, tendo à espera o abraço de novas buscas, de novos caminhos, e de novas conquistas, nos angustia, em diferentes proporções, a todos nós – pais, alunos, e educadores – mas, ao mesmo tempo, nos deixa cheios de novas esperanças e de sonhos renovadores. Abrem-se as portas da fortaleza e uma brisa refrescante e cheia de vida impele nossos filhos para além dos muros da acolhedora cidadela. O pulsar de uma energia incandescente e irrefreável os projeta para um próximo patamar, tal como as folhas de um ipê que, sob a força irreprimível da natureza, lança suas sementes para longe, assegurando que sua beleza possa ser cultivada e multiplicada em outras paragens através dos conhecimentos e valores transmitidos pelo DNA da grande árvore-mãe. Muitos dos que se formam hoje praticamente nasceram nesta escola. Outros vieram um pouco depois, alguns outros saíram e voltaram, mas em determinado ponto se encontraram e se cristalizaram em um grupo uníssono e perene. Entre histórias e depoimentos que escuto aqui e ali, de mães e pais, a respeito dos motivos que os levavam a manter seus filhos no Colégio Henri Wallon Recrearte, as palavras que mais ecoam são: “vínculos”, “estreitamento de laços”, “cultivo das amizades”, “pertencimento”, “ambiente afetivo e acolhedor”, “extensão de nossa casa”. Estes testemunhos justificam o porquê nós pais tenhamos persistido tanto para chegarmos até este momento juntos: porque acreditamos que a educação construída sobre uma base “afetiva” seja o amálgama para os alicerces do caráter e dos valores e que estes serão a pedra fundamental na vida de nossos filhos daqui para frente. Nossas sementes saem hoje carregadas com a essência do conhecimento, mas, sobretudo, dos valores mais intrínsecos transmitidos pela grande árvore-mãe, e estão fortes o suficiente para saberem florescer com beleza e frutificar com energia, ainda que sob condições adversas. Temos certeza de que hoje saem daqui com ferramentas do discernimento e saberão distinguir entre o certo e o errado, o bem e o mal, o justo e o ilegítimo. Pequenos diamantes brutos lapidados com carinho e dedicação por mãos doadoras e generosas. Pessoalmente, acredito que a gratidão seja o sentimento mais virtuoso que existe: pois inclui a humildade, a doação, o reconhecimento, a sinceridade, e, portanto, o amor. Sentir-se verdadeiramente grato requer um desprendimento tão profundo que chega até mesmo a nos aliviar. Então, é carregado com todo este significado que, em nome de todas as famílias e de nossos filhos, expressamos nossa mais profunda GRATIDÃO aos professores, educadores, e toda equipe do Colégio Henri Wallon Recrearte.”

Vai ficar pra sempre – Por Tânia Inatomi

taniamauricioQuando olho para o Maurício, para o adolescente que se tornou, sinto uma enorme satisfação por ter escolhido o Henri Wallon|Recrearte na parceria de sua educação. Desde que “entramos” no Henri Wallon, por indicação da Maria Lúcia (a Maria Lúcia que, não sei como, sabe o nome de todos os alunos e enxerga os pais, avós… lá de longe!), fomos acolhidos como parte de uma grande família. Senti sempre o Colégio lado a lado conosco. Professores, coordenadores, diretores, atendentes… todos sempre muito atenciosos. Vê-lo amadurecer, acompanhado de pessoas realmente preocupadas com seu bem-estar, é mais que compensador. Foram 10 anos que se passaram num piscar de olhos. É a mesma sensação daquelas férias boas que, de repente, já acabaram… e que vão deixar muitas saudades. A confiança que depositamos no colégio rendeu muitas amizades e muito orgulho! Agradeço de coração, a todos que estiveram presentes nesses 10 anos compartilhados, pela compreensão, atenção, incentivo, carinho e amor que contribuíram muito para a formação do Maurício, não só como estudante preparado para o futuro, mas também como ser humano preparado para viver.

Tânia Inatomi é mãe do Maurício, formando do 9º ano do Colégio Henri Wallon Recrearte em 2016.

 

Vai Ficar Para Sempre – Por Fernanda Mendes

fernanda“Arrrrbi…arrrbi”, foi um dos primeiros relatos que nos contava nosso filho, aos dois anos e com aqueles olhinhos vívidos e comunicativos, sobre seus dias inaugurais de relacionamento com a Profa. Clélia, do Infantil I. Nossa reação foi a de dar a continuidade ao diálogo (ininteligível para adultos, mas magicamente compreensível para pais de pequenos) através de sorrisos e acenos com a cabeça, dizendo “Nossa que legal, filho!”. No dia seguinte, ali mesmo no portão da Escola, que tem cara e atmosfera de “casa da gente”, lá fomos nós tentar decifrar o que ele estava tentando nos dizer. Com um sorriso largo e sonoro e com uma naturalidade surpreendente, a Prof.ª Clélia nos disse: – Ahhhh…é arrasta a cobrinha. Estamos trabalhando com massinha e fico dizendo para eles: Arrasta a cobrinha, arrasta a cobrinha…- Enquanto ela respondia, fiquei imaginando a cena das crianças divertindo-se com massinhas coloridas, e iniciando um delicioso imaginário de que estavam dando vida a lindos e coloridos bichinhos. Por trás da brincadeira, a estratégia pedagógica para estimular os sons guturais do “r” e a atividade motora nas crianças de primeira idade. Para nós, pais, memórias como estas não têm preço. A escolha da Recrearte foi uma questão de “pele”. Na época, havia visitado algumas escolas na região, mas nossa busca era movida mais pela emoção do que por requisitos mais racionais. Buscávamos uma escola com ambiente afetivo, acolhedor e humanizado, como se fosse uma extensão de nossa casa. Acredito que, quando uma escola é pensada com afeto e respeito à essência da criança, os quesitos mais concretos vêm como consequência natural.  Portanto, para nós, a prioridade sempre foi o lado humano.

E nossa intuição não estava errada. A Escola Recrearte sempre correspondeu às nossas expectativas. O carinho era notado desde os porteiros, até os professores, passando por assistentes, tutores, e toda a equipe de apoio. Além disso, a proposta da Escola acaba promovendo o contato mais fácil entre os pais, estreitando relacionamentos entre as famílias, daqueles que serão os primeiros amigos de nossos filhos.

Quando surgiam inquietações e angústias, que hoje entendo são naturais no processo da educação e do desenvolvimento do relacionamento entre pais, filhos e escola, o acesso à coordenação pedagógica, aos professores e às diretoras sempre foi muito rápido e sem obstáculos.

Ao alcançar o fim do ciclo do Fundamental I, passamos por uma fase de dúvidas sobre colocá-lo em uma Escola maior, com uma abordagem mais conservadora. Mas, para nós, era essencial que o aprendizado fizesse sentido para ele. Acredito que é mais prazeroso e mais fácil quando o conteúdo de uma matéria faça sentido.  Não queríamos um “adestramento” para vestibulares, mas um aprendizado que fizesse sentido em sua vida. Além disso, acreditamos que a base da formação de caráter de um indivíduo esteja intrinsecamente ligada ao afeto e à humanização.

Hoje, vendo nosso filho concluir mais um ciclo, compreendemos que acertamos em tê-lo mantido na Escola: respeitando-se as devidas proporções de ser um adolescente absolutamente normal, como qualquer outro, o Diego é um aluno interessado, questionador, responsável, autônomo, com capacidade de articulação e, sobretudo, feliz.

Hoje, aos 14 anos, e já concluindo o 9o. ano do Ensino Fundamental, testemunhamos sua realização plena na última edição da Fecriarte, ao ouvir de nosso filho, após um maravilhoso trabalho desenvolvido pela classe para o tema proposto para este ano: – Nossa! Esta foi a melhor Fecriarte de todas!

Ver nosso filho saindo da Escola com valores sólidos de caráter, com amigos para toda vida, com lembranças doces e memoráveis, nos deixa com a sensação de dever cumprido e de que proporcionamos uma base segura para seus próximos desafios.

Nossos mais profundos agradecimentos a todos os profissionais que formam a Escola Recrearte e o Colégio Henri Wallon, por terem cuidado com tanto amor e comprometimento, da educação de nosso filho. Vocês sempre estarão presentes em nossas vidas, porque à medida que formos vendo ele se realizando em seu futuro, lembraremos que todos vocês fizeram parte da construção de sua essência!

Não preciso nem dizer que a esta altura deste nosso depoimento, já estou com água nos olhos e com um nó na garganta!

Beijos carinhosos para todos vocês!

Fernanda de Silos Mendes
Patrício de la Barra
(São pais de Diego Mendes de la Barra aluno do 9º ano do Colégio Henri Wallon|Recrearte)

Partindo com a mala cheia de coisas boas

shimbaA Ivani Shimba conheceu o colégio Henri Wallon|Recrearte através de sua cunhada. Por conta dos sobrinhos, o sobrenome Shimba já faz, há mais de 20 anos, parte da vida da escola. Quando Melissa, a primeira filha da Ivani, tinha três anos mais ou menos, foi matriculada na Recrearte. Segundo a mãe, adaptou-se muito bem e seguiu, ano após ano, até se formar no Ensino Fundamental do Henri Wallon. Quando a segunda filha nasceu, a Karina, Ivani não teve dúvidas: esperou completar os três anos e matriculou na Recrearte. Ela conta que se sentiu totalmente despreocupada por já conhecer e adorar o método de ensino do Colégio. No Henri Wallon|Recrearte, Ivani sempre sentiu total segurança em deixar as filhas por conta do grande retorno tanto no aprendizado quanto nas amizades dentro da sala de aula, além da admiração pela coordenação, professores e funcionários. Agora que Karina está deixando a escola no 9º ano, Ivani desabafa: “Minhas filhas adoram o colégio, sentiremos muitas saudades desse dia a dia, de todos e de tudo. A escola contribuiu em toda a formação delas, é difícil falar: no desenvolvimento, no vocabulário. Eu achei excelente. Todos os professores foram especiais, cada um ficará marcado no coração delas para sempre e, com certeza, no nosso também. Só temos que agradecer a esses grandes mestres da vida. A mensagem que gostaria de levar a outros pais é a seguinte: não tenham dúvidas em deixar seus filhos nesta escola. É uma das melhores que conheço e nos traz segurança, tranquilidade, além de ensino de qualidade e honestidade. São 20 anos de convivência com o Colégio e só tenho a agradecer e muito. Pena não termos mais um filho para deixar mais 20 anos lá. Obrigada de coração a todos que fizeram nossa vida feliz por duas décadas. Amamos vocês!

Ivani e Hélio são pais da Melissa e da Karina Shimba, aluna do 9º ano do Colégio Henri Wallon|Recrearte.

 

 

Seguindo os passos da mãe

lucianaA mãe da Luciana apontou-lhe o caminho para o magistério, mas foi um sinal o destino que levou a garota, pela primeira vez, ao Colégio Henri Wallon|Recrearte. Um dia, ao sair da sua casa na rua Muniz de Souza, Luciana achou um crachá caído na porta. Era de uma professora do Henri Wallon|Recrearte. Dona Maria Estela, também professora, já tinha ouvido falar muito da escola diferente na Aclimação e aproveitou para ir junto com a filha devolver o crachá e conhecer o espaço. Naquele dia, sem saber, a menina dava início a uma longa relação que faria parte fundamental da sua vida. No Colégio Maria Imaculada, no bairro do Ipiranga, Luciana fez seu curso de magistério. No último ano de formação, começou a distribuir currículos e foi chamada para uma entrevista no HWR. Nem acreditou quando, ao voltar para casa, o telefone tocou e lhe perguntaram se ela podia começar naquele dia mesmo. 2001 foi um ano inesquecível: de manhã fazia o curso de magistério, à tarde trabalhava na escola como auxiliar do Infantil III e à noite estudava Pedagogia. Sempre com aquela cara de menina, achavam, muitas vezes, que ela era, na verdade, aluna da escola. Tinha 20 anos quando a Lourdes, Diretora Pedagógica do Henri Wallon|Recrearte, perguntou se ela se sentia preparada para assumir uma sala como professora. Deu aquele frio na barriga, mas Luciana não vacilou, nem por um segundo, e disse sim. Começou com o Infantil II, mas sentiu que sua verdadeira vocação era trabalhar com as crianças mais velhas. Durante doze anos cuidou dos alunos do Ensino Integral e ajudou a conquistar para eles uma sala diferenciada. E já está há seis anos dedicada aos últimos anos do Ensino Fundamental I. Uma longa carreira para a professora que, aos trinta, segue com cara de menina. Ainda sente aquele frio na barriga quando a coordenadora pedagógica do fundamental, Thais Kolber, surge na porta da sala para acompanhar uma de suas aulas. “É minha grande mestra, a responsabilidade é grande!” – explica. Mas, felizmente, além do respeito há muito carinho e amizade entre elas e logo, Luciana até esquece que a coordenadora está por ali. Conta que os alunos já se mobilizaram e pediram à Thais que ela continuasse com eles no ano seguinte, o que a deixou muito orgulhosa do trabalho que faz. Ao chegar em casa, Luciana continua trocando figurinhas com a mãe sobre os desafios da educação e explica, com admiração, que aos 62 anos dona Maria Estela segue firme trabalhando. E ela, pretende continuar seguindo os passos da mãe nesta longa e bonita caminhada pelo universo do ensino.

Luciana Samara Schiavon é pedagoga e professora do 3º e do 4º ano do Colégio Henri Wallon|Recrearte.

Ficou no coração – Iumi mãe do Eduardo

EduardoFotoEm 2006, Iumi Takeda estava à procura de uma Escola para colocar seu filho Eduardo. Era a passagem delicada do Ensino Infantil para o Fundamental. Visitou o Colégio Henri Wallon | Recrearte, conduzida pela Assistente Maria Lúcia, bem quando era realizada a Fecriarte, pelos alunos do Fundamental. Ela não consegue esquecer jamais daquele momento, em que a escola estava toda decorada com as obras dos alunos. Voltou para casa e disse para o marido: “Pedro, conheci a escola onde eu gostaria de ter estudado.”. Eduardo foi matriculado e viveu nove anos de boas histórias até sua saída no final de 2015, com a Colação de Grau. E a Iumi fez questão de contar algumas delas para nós…

“Os anos foram passando e várias ocasiões me mostraram o quanto minha decisão tinha sido acertada. Quando a professora Terezinha, de Português, e o professor Alexandre, de História, escolheram Percy Jackson, como livro de leitura, percebi que no Henri Wallon as matérias não são engessadas como nos colégios onde estudei. Vejo como o Vanio, na entrada, conhece cada aluno, o que seria impossível num colégio grande. E, quando ligamos para a secretaria, as meninas sabem direitinho com qual mãe estão falando. Vejo o carinho com que a Beth acompanha os alunos em cada evento, cada passeio. E a coragem de fazer coisas diferentes, como na época em que assisti aos alunos apresentando Gangnam Style no projeto Poetas e Poesias ou quando eles viajaram ao Petar com o professor João, de Ciências. Na apresentação que fizeram no FIC, sobre produtos, eles falavam tão bem e tão sem vícios, que eu pensei se os pais trocassem de lugar, com eles, não dariam conta de fazer uma apresentação tão boa. E o vídeo de Mistério que eles fizeram sozinhos? Até o professor Luiz, de educação física, disse que ele não teria feito melhor. Por todas estas histórias, agradeço aos professores. Existe uma lenda no Japão que os professores são os únicos profissionais que não precisam se curvar diante do imperador, pois numa sociedade sem professores não pode haver imperadores. Agradeço também a todos os funcionários. E parabenizo aos alunos pela grande Jornada. O Eduardo deixa agora a escola, no ano de 2015, após completar o nono ano. E eu sigo com a certeza de que fizemos a melhor escolha para o futuro do nosso filho.”

Iumi Takeda é mãe do Eduardo Akira Hiraoka – Formando de 2015 do Colégio Henri Wallon|Recrearte