Projeto Horta

hortaA professora Lucia Helena da Educação Infantil do Colégio Henri Wallon Recrearte conta que o projeto surgiu com a curiosidade das crianças em relação ao plantio de pequenas mudas e sementes: como elas cresciam, se desenvolviam e quais os cuidados que deveriam ter para que tudo ocorresse como planejado. Em rodas de conversa fizeram alguns levantamentos de hipóteses e criaram listas, como esta…
“O que a horta precisa para as plantas crescerem fortes e bonitas?!”
 Muito sol;
 Minhocas para afofar a terra;
 Chuva e água dos nossos regadores quando não chover;
 Amor;
 Visitas e carinhos nas mudinhas;
 Deixar a horta bem colorida;
 Construir alguns enfeites com sucata para enfeitar;
 Ir até lá toda semana.
Depois as crianças montaram, com sucata, espantalhos para deixar a horta linda e protegida. Eles amaram! O envolvimento da turma foi maravilhoso e a preocupação com as sementes era diária. Desceram até a horta em muitos momentos para acariciar as mudinhas e sentir o cheiro da salsinha, manjericão, hortelã e cebolinha. E isso deve ter feito toda a diferença para que elas crescessem tanto em tão pouco tempo. Alguns temperos foram usados em culinárias e o resultado foi muito gratificante. Durante o projeto algumas histórias serviram de apoio, como por exemplo:
 “A horta do vovô manduca”;
 “Gigi e as sementes”;
 “As delícias da horta”
 “Dia de feira”;
 “Cesta de dona maricota”;
 “O grande rabanete”.
O projeto continuará com mais atividades para envolver as crianças nesse tema tão rico. O retorno das mães foi muito importante, elogiando o trabalho do integral. Elas gostaram de ver as crianças colocarem as mãozinhas na terra e acompanharem o crescimento das mudinhas e sementes, uma experiência tão rara hoje em dia.

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Respeito às Diferenças

DIADIA2Alunos com necessidades fazem parte do cotidiano do HWR há muitos anos. No dia do F.I.C (Fórum de Iniciação Científica ) do Fundamental I, os alunos do 4º ano, divididos em grupos, realizaram oficinas para ensinar a técnica de montar petecas, para as demais turmas. Num dos momentos, em que um dos alunos/monitores, ia sentar-se para ensinar a técnica, um aluno especial sentou-se antes na mesma cadeira e o colega do 4º ano lhe disse: “pode ficar, o lugar é seu”, e realizou a demonstração em pé. Além disso, fez questão de ajudá-lo a montar sua peteca. A palavra inclusão não é só um conceito para os alunos do HWR: é vivência diária. Eles aprendem todos os dias a lidar com as diferenças, os limites e acolher ao outro.